sábado, 30 de abril de 2016

Relembrando a história de Morgan

Para que esta história jamais seja esquecida... Morgan continua no Loro Parque se apresentando em shows diariamente. E apesar de ao final do vídeo abaixo mencionarem que uma nova audiência estava marcada... Não, infelizmente os juízes não consideraram a hipótese de reabilitá-la. Optaram por mantê-la em cativeiro. E assim está, até hoje! Onde obviamente sempre ficará, pois cada dia que passa, menos chances ela terá...



Esta semana tivemos uma ideia de quão sofrida é a vida dela. Leia os detalhes na postagem de ontem "Vídeo mostra Morgan batendo a cabeça contra portão" (http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/2016/04/video-mostra-morgan-batendo-cabeca.html).

Relembre sua história neste vídeo de 2013 (a tradução segue abaixo):



Três anos atrás, uma pequena Orca foi resgatada no Mar de Wadden.

Ela foi levada ao Dolfinarium Harderwijk para ser reabilitada.

Mas quando se recuperou e estava pronta para ser devolvida ao mar o aquário se recusou.

Em novembro de 2011, Morgan foi transferida para o Loro Parque, na Espanha, sob a alegação mentirosa de que seria “educada”.

Houve mais uma audiência em tribunal, mas mais uma vez sua libertação foi negada.

O Loro Parque alega que Morgan é surda e, por esta razão, não seria candidata à soltura, no entanto, em vídeos promocionais do parque, Morgan responde a estímulos auditivos.

(1:25 – Esta é Morgan fazendo uma audiometria... É possível ouvi-la respondendo ao estímulo)

Morgan ainda está no Loro Parque, ao mesmo tempo em que sua família (já confirmada) aguarda seu retorno.

Na natureza, Orcas possuem laços fortes de família e não começam a procriar antes de uns 14 anos.

Em cativeiro, Morgan é atacada constantemente e há relatos de que ela já teria engravidado com idade entre 5 e 7 anos.

Agora está marcada uma nova audiência em tribunal... Que ela tenha finalmente o futuro que merece!!!




sexta-feira, 29 de abril de 2016

Vídeo mostra Morgan batendo a cabeça contra portão

Bom, se você ainda conhece alguém que defende cativeiros de baleias e golfinhos, talvez o vídeo da Morgan divulgado esta semana pode fazer com que este alguém mude de ideia. E se não mudar, ao menos trará reflexão.
As imagens disponíveis neste link http://blog.seattlepi.com/candacewhiting/2016/04/26/seaworlds-killer-whale-filmed-repeatedly-bashing-into-gates/ mostram Morgan agindo de forma extremamente agressiva, vocalizando e batendo a cabeça contra o portão do pequeno espaço de tanque em que estava (não se sabe o motivo) sendo mantida. Nem o som da música alta impede que as pancadas sejam ouvidas de longe... É assustador e triste!
Além de Morgan, que foi retirada da natureza sob a promessa de reabilitação e soltura (já que estava desnutrida e sozinha), o que obviamente não aconteceu, o Loro Parque (localizado em Tenerife, nas Ilhas Canárias), que aparece nas imagens, possui mais cinco Orcas, todas pertencentes ao SeaWorld, emprestadas para "fins de reprodução" (incluindo uma que nasceu no próprio parque).
O Loro Parque declarou que os sons das pancadas são apenas de Morgan "empurrando o portão com força". No entanto, Orcas batendo a cabeça em paredes e portões de tanques sempre foi observado em cativeiro... São formas de demonstração de extrema frustração e estresse que chegam a representar auto-mutilação, como já descrito em relatórios da Dra. Ingrid Visser especificamente sobre a Morgan. Há inúmeros casos de suicídio (sobretudo entre golfinhos) cometidos desta forma.
Para o ex-treinador do SeaWorld e autor do livro "Beneath the Surface" publicado no ano passado, John Hargrove, Morgan não estava apavorada ou em pânico, mas sim agindo com extrema violência e agressividade. Ele disse já ter observado este tipo de comportamento diversas vezes de Orcas e que ele pode causar quebra de dentes, fraturas na face e até mesmo hemorragia e morte.


Aproveito esta postagem para levantar uma questão que tem me intrigado desde que o SeaWorld divulgou que não dará prosseguimento em seu programa de reprodução de Orcas em seus parque: E as Orcas que estão no Loro Parque? Eles estão incluindo elas também em sua suposta decisão? Até agora o parque não as mencionou... Não duvido nada que logo logo uma delas (possivelmente Morgan) apareça "grávida".


P.S. 1: Caso você não conheça o caso da Orca Morgan, faça uma busca aqui no blog, pois há inúmeras postagens sobre ela.
O blog foi o primeiro veículo de comunicação brasileiro a divulgar sua história no Brasil.

P.S. 2: Foi no Loro Parque que, exatamente dois meses antes da morte da treinadora do SeaWorld, Dawn Brancheau por Tilikum, o também treinador Alexis Martinez foi morto numa sessão de treinamento na véspera de Natal pela Orca Keto (pertencente ao SeaWorld). Saiba mais sobre esta história neste link: http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/2013/06/a-morte-do-treinador-alexis-martinez.html.





quinta-feira, 28 de abril de 2016

Orcas presas no gelo são libertadas na Rússia

Uma equipe de salvamente encarou águas congeladas para salvar quatro Orcas presas no gelo no extremo oriente russo. “Elas ficaram presas durante a noite”, disse Denis Ilyinov, Chefe do de Emergência, “essas águas são rasas e cheias de pedras”.

A equipe teve que utilizar uma pequena embarcação para chegar até elas a cerca de 50 a 100 metros da costa. Tiveram então que deslocar as placas de gelo criando brechas para que as baleias pudessem passar. O trabalho levou horas, mas conseguiram retirar três das Orcas, incluindo um filhote. A equipe permaneceu com a quarta Orca protegendo-a do gelo até que a maré subisse e ela tivesse condições de se encontrar com as demais em mar aberto.
Assista ao vídeo do salvamento abaixo:





quarta-feira, 27 de abril de 2016

Surfistas salvam bebê baleia na Costa Rica

Um grupo de surfistas notou a aflição de uma baleia bebê, que tinha ficado presa durante a maré baixa, e a salvou, possibilitando que sobrevivesse e regressasse ao lugar onde pertence. O caso aconteceu em Boca Barranca, Puntarenas, na Costa Rica. “Ela estava muito fraca e não se conseguia manter à tona”, explicou Mauricio Camareno, um dos surfistas que participou na operação de resgate, ao jornal Costa Rica Star.


Os jovens foram alertados pelos barulhos da baleia e rapidamente perceberam que algo não estava bem com o animal. Desta forma, os surfistas foram socorrê-la e notaram que esta não se conseguia manter na superfície, o que provavelmente a faria morrer.
A operação de resgate demorou cerca de seis horas, tempo suficiente para que o animal conseguisse recuperar as forças e voltar a nadar. Depois de terem mantido a baleia à tona durante algum tempo, os jovens a levaram para águas mais profundas e esperaram que o animal ficasse bem.
Todo o esforço acabou sendo compensado e, já com a maré alta, a baleia nadou sozinha e seguiu o seu caminho.



Fonte: Mundo ao Minuto de 26 de abril de 2016.




domingo, 17 de abril de 2016

Casal acha vômito de baleia e pode ficar milionário

Um simples passeio pela praia pode ter rendido um prêmio milionário para um casal de Overton, na Inglaterra. E não pense que encontraram um baú de tesouro! Na verdade eles acharam um vômito de baleia.
Pasme, essa rocha fedorenta pode chegar a valer mais de R$ 250 mil! Gary e Angela Williams descobriram o objeto na praia de Middleton Sands, na Baía de Morecambe, quando sentiram um forte cheiro de peixe podre.
Após seguir o odor, eles encontraram a misteriosa rocha formada por vômito de baleias da espécie cachalote. O casal já tinha lido sobre o curioso uso da substância e decidiu guardá-la. O vômito é um dos ingredientes mais raros para se fazer perfumes.


Em casa, Gay decidiu colocar a bola em uma balança e descobriu que ela pesava 1,57kg, nada menos que mais da metade de outra encontrada na mesma praia anos atrás. Na época, a excreção da baleia rendeu nada menos que R$ 60 mil.
O casal agora em está em negociação com possíveis compradores da bola de vômito e aguardam a melhor proposta.
Apelidado de “ouro flutuante”, o vômito de baleia também é chamado de âmbar cinza, um produto raríssimo e que leva anos para se formar. A secreção biliar tem como função envolver materiais que a baleia é incapaz de digerir, podendo trazer risco à sua saúde.



Fonte: 24 Horas News de 15 de abril de 2016.




sábado, 16 de abril de 2016

Rota da Baleia Franca em seminário internacional

O projeto de Fortalecimento do Turismo de Observação de Baleias no Litoral Catarinense está em busca de parcerias internacionais. A partir desta semana, representantes do Sebrae/SC e dos municípios de Laguna, Imbituba e Garopaba integram comitiva que vai a Mato Grosso do Sul. A Rota da Baleia Franca estará no evento internacional Adventure Week, que segue até o fim de semana, em Bonito.
A divulgação será realizada durante o Seminário de Gestão de Destinos de Ecoturismo e Turismo de Aventura e contará com a participação de 15 operadoras nacionais de turismo, além de jornalistas de outros cinco países.
O destino Sul catarinense é o único do estado, na área de turismo, presente no evento, e um dos poucos do país a receber recursos do Sebrae Nacional. “O Sebrae aposta muito nesse segmento como carro-chefe para alavancar o ecoturismo na região”, aponta Murilo Gelosa, coordenador regional Sul do Sebrae/SC.


Rota da Baleia Franca: O material informativo que será entregue durante a apresentação mostra roteiros de integração profunda com a natureza em Santa Catarina. A Rota da Baleia Franca tem o ecoturismo como foco principal, com turismo de aventura e cultural.
Ela interliga os municípios de Laguna, Imbituba e Garopaba, onde baleias da espécie Franca buscam refúgio para procriar e amamentar os filhotes. “A experiência é inesquecível, sendo que só em Santa Catarina é possível observá-las da praia, sem embarcações”, lembra Ghizzo.
Além da observação dos mamíferos gigantes, a Rota da Baleia Franca integra roteiros que contemplam pesca com botos, surf, stand up paddle, mergulho, rapel e a vasta gastronomia do litoral Sul catarinense.



Fonte: Engeplus Telecom desta semana.




segunda-feira, 28 de março de 2016

Golfinhos pegam onda com surfista em competição

O surfista australiano Soli Bailey foi surpreendido por curiosos parceiros de onda durante uma competição numa praia ao sul da Austrália na semana passada. Nada menos que golfinhos o acompanhavam em suas manobras. O surfista profissional não deixou de homenagear os parceiros postando uma foto e um vídeo em seu perfil do Instagram em que um deles pode ser visto ao seu lado:


O vídeo deste momento mais que especial também pode ser visto neste link: http://www.mysurf.tv/exclusive/video/soli-baileys-sharky-southern-waters-encounter. De acordo com as informações do site, ele ficou aliviado em ver que eram golfinhos e não outros famosos, porém menos sociáveis frequentadores da região, os temidos tubarões.

Em 2010, foram as nossas queridas Orcas que foram vistas "pegando ondas" numa praia da Nova Zelândia... E um fotógrafo registrou tudo. Veja os detalhes nesta postagem do blog de junho de 2011: http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/2011/06/orcas-surfistas.html.





domingo, 27 de março de 2016

Filhote de Orca é encontrado morto em Sooke (Canadá)

Foto: Paul Cottrell (DFO)
Um filhote de baleia Orca foi encontrado morto próximo a Sooke, na Columbia Britânica, no Canadá, de acordo com o Departamento de Pesca e Oceanos (Department of Fisheries and Oceans – DFO). Um representante do DFO, Paul Cottrell, disse que a carcaça foi avistada no início da semana perto de Sooke Point, mas só foi localizada nesta sexta-feira.
Houve um baby boom dentre a população de Orcas Residentes do Sul (que possui atualmente 85 membros), com o nascimento de 9 Orcas desde dezembro de 2014, no entanto, um filhote do Pod J desapareceu em fevereiro e, desta forma, considerado morto.
Os pesquisadores ainda estão trabalhando para determinar de que pod esta Orca morta pertence. “Nós fotografamos a nadadeira dorsal e enviamos aos especialistas para verificar se conseguem identificá-la, já que possuem todos os filhotes catalogados”, disse Paul, que é Coordenador de Mamíferos Marinhos do DFO. Ele ainda descreveu o filhote como sendo uma fêmea de aproximadamente dois metros de comprimento.
O salmão da espécie Chinook é o principal alimento dessas Orcas, de acordo com os pesquisadores. “Num ano de abundância de salmão há muita fartura, em contrapartida num ano de pouca abundância, fica muito difícil para elas”, mencionou à CBC, Lance Barrett-Lennard, especialista em mamíferos marinhos do Aquário de Vancouver. “Apesar dos nascimentos, esta população ainda está em risco”, acrescentou ele. “Acreditamos que parte do motivo da reprodução estar em baixa é devido à quantidade disponível de alimento e suas variações de quantidade a cada ano.”
Uma necropsia teria sido realizada na sexta-feira mesmo, mas a causa da morte ainda não fora divulgada. De qualquer forma, já foi possível adiantar que ela estava emaciada e tinha uma infecção.



Fonte: CBC News de 25 de março de 2016.



sábado, 26 de março de 2016

Baleeiros japoneses caçam mais de 200 baleias grávidas na Antártica

A frota baleeira do Japão retornou nesta quinta-feira (24) da tempoada de caça na Antártica com mais de 300 baleias, incluindo mais de 200 fêmeas grávidas.
A Corte Internacional de Justiça decidiu, em 2014, que a caça à baleia promovida pelo Japão nos oceanos do Sul deveria ser encerrada, fazendo o país cancelar sua temporada de caça na ocasião. O país afirmou que retomaria as caçadadas posteriormente.
A frota baleeira saiu para a caçada em dezembro, em meio a críticas internacionais. Os últimos navios retornaram a Shimonoseki, no sudoeste do Japão nesta quinta trazendo 333 baleias-de-minke, segundo a agência de pesca do país.
Do total, 103 eram machos e 230 eram fêmeas, das quais 90% estavam grávidas, ou seja, mais de 200.
"O número de fêmeas grávidas é consistente com caças anteriores, o que indica que a situação de procriação das baleias-de-minke na Antártica é saudável", afirmou a agência em um comunicado.
O Japão pretende caçar cerca de 4 mil baleias nos próximos 12 anos como parte de seu programa de pesquisa. O país reitera que seu objetivo final é a retomada da caça comercial.


Fonte: G1 de 25 de março de 2016.
Imagem: Wikipedia (Nisshin Maru, principal navio baleeiro da frota de caçadores japoneses, içando uma baleia e seu filhote).





quarta-feira, 23 de março de 2016

SeaWorld tenta desesperadamente manter visitantes

A maioria absoluta dos meus leitores, a esta altura, já sabe sobre o comunicado do SeaWorld da semana passada de que estão encerrando o programa de reprodução de Orcas em cativeiro (o que já foi noticiado por diversos canais de mídia aqui no Brasil), portanto, acredito não ser necessário registrar aqui no blog. Mas, apesar de eu considerar um primeiro passo para o fim desta era de cativeiros, não me convenci com este repentino posicionamento do parque. Para mim, isto nada mais é do que uma mudança estratégica desesperada para não perder ainda mais público. E, dentre minhas leituras sobre o assunto, encontrei esta opinião num jornal universitário da Flórida, nos EUA, e achei conveniente compartilhar com vocês. Faço das palavras do autor, as minhas!

* * * * *


Por Breanne Williams

O SeaWorld finalmente cedeu às exigências do público! Depois de anos de protestos em todo o mundo, o parque anunciou na quinta-feira passada que vai encerrar seu programa de reprodução de Orcas e parar aos poucos com as apresentações ao público. Desta forma, esta será a última geração de Orcas em seus cativeiros (são 29 Orcas distribuídas em seus quatro parques).
O anúncio dividiu opiniões, muitos elogios de um lado, mas também muitas alegações de que a empresa deveria fazer mais a respeito do cuidado de seus animais. No entanto, não considerar que esta mudança nada mais é do que uma estratégia de negócios seria ingenuidade.
O SeaWorld tem enfrentado duras críticas e declínio no número de visitantes desde o lançamento do livro "Death at SeaWorld", em 2012, e do documentário "Blackfish", em 2013. Na verdade, a empresa perdeu mais de metade do seu valor de mercado desde 2013, de acordo com o Huffington Post. E mesmo com o esforço monumental de tentar tranquilizar seus visitantes de que os animais recebiam o melhor tratamento possível através de publicidade, a frequência diária despencou.
O SeaWorld então achou que teria uma chance de redenção ao ter a aprovação num projeto de expansão do tanque do parque de San Diego, lar de 11 Orcas, para o dobro de seu tamanho. Sonho este, que foi rapidamente destruído quando a Comissão Costeira da Califórnia decidiu que a empresa poderia aumentar apenas até determinado tamanho, desde que concordasse em encerrar seu programa de reprodução em cativeiro. Apesar de terem contestado a decisão, era óbvio que mudanças drásticas seriam necessárias para que o parque sobrevivesse ao boicote de um público agora moralmente consciente.
De repente, Joel Manby, o presidente da SeaWorld Parks and Entertainment, apareceu com um sorriso (forçado) no rosto declarando que o parque estava pronto para "responder à mudança atitudinal que (o SeaWorld) ajudou a criar". Ah sim, ele garantiu ao público que o SeaWorld estava pronto para abrir o caminho para um futuro socialmente consciente encerrando a reprodução e mostrando que suas Orcas possuem a melhor vida possível.
O fato de esta súbita mudança de ideia ter ocorrido dias após o deputado Adam Schiff  ter anunciado que uma nova legislação forçaria a empresa a acabar com o cativeiro de Orcas é mera coincidência.
No entanto, não parece que o novo ambiente será tão melhor assim. As baleias "farão parte de um ambiente natural e inspirador e não mais se apresentarão em shows", de acordo com a empresa. Mas o que exatamente isso implica, ainda não se sabe, porém é fato que, no próximo ano, o parque de San Diego dará início a esta nova versão de cativeiro. E em 2019, o parque de Orlando irá introduzir o "natural orca encounters".
Joel Manby ainda se dirigiu aos que pedem a libertação das baleias, afirmando: "A maioria das nossas Orcas nasceu no SeaWorld, e as que nasceram na natureza têm vivido em nossos parques a maior parte de suas vidas... Se nós as libertássemos, elas provavelmente morreriam. Na verdade, nenhuma Orca ou golfinho nascido sob cuidados humanos jamais sobreviveu à soltura".
Assim sendo, parece que Shamu realmente está aqui para ficar, bem, pelo menos por uma década ou mais, até que todas elas baleias morram. Diferentemente de Orcas selvagens que vivem, em média, de 30 a 50 anos, "92% das Orcas do SeaWorld não sobreviveram mais que 35 anos de idade", de acordo com a Whale and Dolphin Conservation.
Portanto, parabéns, SeaWorld! Você definitivamente convenceu seu público de que esta mudança de atitude é grandiosa e sincera... E, de modo algum, uma derradeira e desesperada tentativa de recuperar os milhões que perdeu nos últimos anos.