terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Baleia é encontrada encalhada em mangue no Maranhão

Uma baleia Jubarte foi encontrada encalhada na manhã desta segunda-feira (23) na cidade de Turiaçu, a 152 km de São Luís. O animal ficou preso na vegetação de um mangue e acabou se ferindo. De acordo com informações dos moradores do local, o Corpo de Bombeiros foi acionado e com ajuda de alguns pescadores ainda tentam desencalhar o animal. A baleia está em um canal encalhada entre as raízes do mangue, o que tem dificultado o trabalho deles que tentam salvar a baleia.
Ainda segundo os moradores, o animal teria aproximadamente 15 metros de comprimento. A bióloga e presidente do Instituto Ecos de Gaia, Nayara Valle, afirma que não há nenhum registro de um animal deste porte que tivesse encalhado antes. "Não há registro no estado do Maranhão de um animal deste porte encalhado. Se a baleia for realmente deste tamanho é um caso inédito”.

Foto: Reprodução/TV Mirante
A bióloga acrescentou que uma mudança na corrente ou uma desorientação do animal podem ter feito que ele tenha mudado sua rota. “Não sabemos a idade nem as condições de saúde dessa baleia, fatores que também poderiam ter influenciado para que ela alterasse sua rota”, analisou Nayara Valle.
O animal foi resgatado no fim da tarde desta segunda-feira após ajuda do Corpo de Bombeiros e moradores da cidade.


Fonte: G1 de 24 de fevereiro de 2015




terça-feira, 27 de janeiro de 2015

J16 é realmente a mãe de J50

Após mais algumas semanas de observação, o Center for Whale Research comunicou que acredita de fato que a Orca J16, Slick, seja realmente a mãe do filhote J50 nascido no final do ano. Essa informação faz de Slick a Orca mais velha desta população a ter tido um filhote nesses 40 anos de observação e pesquisa. Dado que já é uma mãe experiente, Slick tem cuidado muito bem de J50 que está maiorzinha.
O comunicado do Center for Whale Research diz: "J50 aparenta ser saudável e ativa e se desloca ao lado de J16 o tempo todo. Portanto, qualquer dúvida sobre J16 ser sua mãe está descartada."

Foto divulgada pelo Center for Whale Research

Slick deve amamentá-la por pelo menos um ano e além dela, seus irmão e outros parentes auxiliarão nos seus cuidados durante este período. Todo o conhecimento que precisa será transmitido por sua mãe e pod: para onde viajar, onde encontrar alimento, onde descansar, onde se divertir e o que evitar.
Como já relatado diversas vezes aqui no blog, esta população de Orcas é a mais bem conhecida e estudada no mundo, e apesar dos esforços de preservação, ela já está entre o grupo de espécies ameaçadas devido especialmente à falta de seu alimento principal na região, o salmão da espécie Chinook. Essa espécie, apesar de ter sua pesca proibida, tem sofrido para conseguir prosperar devido à construção de represas e barragens na região. Inclusive, o Center for Whale Research tem promovido uma campanha interacional pedindo a remoção de barragens no Rio Klamath e você pode ajudar assinando uma petição disponível on-line. Por favor, acessem este link e assinem a petição:

As queridas Residentes do Sul, agradecem!





quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Vídeo explica por que Orcas não devem viver em cativeiro

Desde que assisti a este vídeo pela primeira vez, achei incrível a clareza com que as informações sobre cativeiros de Orcas são mostradas e quis muito publicar aqui no blog, mas como não há uma versão legendada, achei que pouco poderia ser aproveitado... Pensando nisso, traduzi palavra a palavra para que possa ter maior alcance aqui no Brasil.
Assistam! Leiam! Compartilhem com seus amigos!
Dado que os brasileiros são um dos povos que mais visitam o SeaWorld nos EUA, e pior, sem ter a menor noção da crueldade que ocorre por ali, vamos divulgar essas informações para que, mesmo que não passem a ser contra e parem de apoiar o parque, que ao menos reflitam sobre o assunto... A reflexão é sempre positiva!
Ajudem-me com esta tarefa, por favor!
Por mim, por você e por essas criaturas que tanto amamos!
Elas merecem!

* * * * *




Quando "Free Willy", a história sobre uma Orca de cativeiro e sua jornada em busca da liberdade, estreou em 1993, foi a primeira vez que pessoas no mundo todo se apaixonaram imediatamente pela incrível criatura dos oceanos que é a Orca.
No entanto, pairam muitas dúvidas sobre o crítico modelo adotado para Orcas mantidas em cativeiros de parques marinhos em todo o mundo trazendo uma nuvem negra de negligência e imoralidade sobre a liberdade delas.
Mas o que esses animais têm que mexem tanto com a gente?
Orcas são incrivelmente amigáveis e inteligentes, vivem em grandes famílias e possuem expectativa de vida parecida com a dos humanos e o filhote macho vive para sempre próximo à sua mãe. Cada família apresenta um conjunto de comportamentos e de vocalizações completamente diferentes, assim como nós usamos diferentes línguas. Veja bem, Orcas não são apenas "pandas passivos dos oceanos", elas são imensamente complexas e tudo que é relacionado a elas demonstra inteligência, elas até possuem uma parte do cérebro que humanos não possuem, o que leva a autoconsciência e o vínculo social a outro nível, e mais, Orcas podem até exalar arco-íris, o que é totalmente fantástico.
Contudo, a triste realidade é que os humanos não são tão emotivos e sensíveis como as Orcas. Desde 1961, temos capturado Orcas dos oceanos e levado-as a parques de diversão para que se apresentem para o nosso deleite. Isso nada mais é do que o resultado devastador da ganância humana: mortes, conspiração, psicoses, comportamentos obsessivos compulsivos, problemas de saúde, tédio, endogamia e o uso de drogas psicoativas são a realidade que simplesmente prova que nunca devemos manter em cativeiro o que não há como controlar. 
Orcas são grandes demais, inteligentes demais, e comportamental e socialmente complexas demais para se adequarem até ao maior dos confinamentos. O programa de reprodução do SeaWorld deve acabar porque já que ele não tem nenhum intuito de conservação. Não há justificativa para continuar a exibição em cativeiro de Orcas para o entretenimento.
Ações como o projeto de "Lei de Segurança e Bem-Estar de Orcas" que, se aprovado, vai proibir a exibição de Orcas para entretenimento e transferi-las para um ambiente menos estressante; e a Operadora de viagens STA Travel banindo a venda de viagens para parques marinhos são apenas alguns dos primeiros passos para acabar com a exploração mundial de uma espécie que não foi feita para viver no nosso mundo.


MAS AINDA NÃO É SUFICIENTE!

Infelizmente, Orcas continuam a ser capturadas da natureza na Rússia. E a demanda de mercado para países como a Rússia e a China que apoiam esta prática é instigada e estimulada pela existência do SeaWorld. Essa é uma empresa multi-bilionária que ganha dinheiro através da exploração de Orcas...

MAS VOCÊ PODE FAZER A DIFERENÇA!

Você pode fazer a diferença para essas belas e majestosas criaturas simplesmente não indo ao SeaWorld!
E talvez em 50 anos ou mais nós poderemos olhar para trás e dizer: "que época primitiva!".

Faça desta a última geração de Orcas em cativeiro!




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Informações apresentadas nas imagens:

UM POD DE ORCAS PODE TER ATÉ 50 INDIVÍDUOS
NA NATUREZA, ORCAS MACHO VIVEM ATÉ OS 50-60 ANOS DE IDADE E FÊMEAS ATÉ OS 80-90.

CADA POD POSSUI SUA PRÓPRIA CULTURA COM DIFERENTES PERSONALIDADES, DIETAS, TÁTICAS DE CAÇA E COMPORTAMENTOS

O CÉREBRO DE UMA ORCA É QUATRO VEZES MAIOR QUE O HUMANO. TANTO O CÉREBRO HUMANO QUANTO O DE UMA ORCA POSSUI DOBRAS PROFUNDAS QUE INDICAM POTENCIAL DE ALTA INTELIGÊNCIA.

EM PODS MAIORES, ATÉ QUATRO GERAÇÕES DE MEMBROS DA FAMÍLIA PODEM SER OBSERVADOS JUNTOS E ELES PROTEGEM OS MAIS NOVOS E OS DOENTES OU FERIDOS DO POD.

AS ORCAS TERIAM QUE NADAR EM CÍRCULOS PELA BORDA DO TANQUE PRINCIPAL MAIS DE 1.400 VEZES AO DIA PARA COMPENSAR A DISTÂNCIA DIÁRIA PERCORRIDA NA NATUREZA.


158 ORCAS MORRERAM EM CATIVEIRO, INCLUINDO 28 ABORTOS E FILHOTES RECÉM-NASCIDOS

"PROPRIEDADE DO SEAWORLD"

ATUALMENTE EXISTEM 52 ORCAS EM CATIVEIROS EM TODO O MUNDO

PELO MENOS 144 ORCAS FORAM ARRANCADAS DA NATUREZA E LEVADAS PARA CATIVEIROS DESDE 1961

#ESVAZIEOSTANQUES

SAIBA MAIS SOBRE COMO AJUDAR EM WWW.WHALES.ORG

WDC: WHALE AND DOLPHIN CONSERVATION


CRIADO POR NANNA PASKESEN
DESIGNER GRÁFICA E CINEASTA FREELANCER
www.nannapaskesen.com



P.S.: Acho que podemos incluir nesta estatística o último filhote nascido no Seaworld no mês passado, ou seja, hoje são 53 Orcas que vivem, ou melhor, sobrevivem em cativeiros de todo o mundo.



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Imagens e notícias sobre o filhote J50

A primeira e mais feliz notícia sobre o filhote que inesperadamente nasceu no Pod J no final do ano:
É uma fêmea!

Foto divulgada pelo Center for Whale Research
com a identificação do sexo
Apesar da alegria do seu nascimento, algumas dúvidas foram levantadas nos últimos dias sobre suas circunstâncias. Pesquisadores da região, desconfiados da avançada idade de sua suposta mãe, J16, e de marcas semelhantes a mordidas na pele do filhote, chegaram a supor que J16 teria na verdade auxiliado outra fêmea no parto (possivelmente uma de suas filhas, J36) e estaria tomando conta da J50, por alguma dificuldade que a própria mãe possa estar passando. Não há confirmação sobre isso, por enquanto, é apenas uma hipótese. Estão observando seus aspectos físicos e comportamentos para finalmente definir quem seria sua mãe verdadeira.
Mas o importante é que ela tem sido vista com frequência e apresenta muita disposição e saúde!
Moradores locais fizeram imagens dela no dia 10 e eu gostaria de compartilhá-las com vocês. O melhor dessas imagens é que elas foram obtidas do solo, ou seja, de forma a perturbar em nada o grupo de Orcas. Ouçam e sintam a emoção de quem as observava... Este é o verdadeiro "Sea World"!






domingo, 11 de janeiro de 2015

Vídeo de raro tipo de Orca feito pelo Sea Shepherd

Complementando a última postagem do ano passado, assista ao vídeo com as imagens feitas pelo Sea Shepherd do tipo raro de Orcas que uma de suas embarcações encontrou no final do ano:

A tripulação do navio "Bob Barker" encontra raro
tipo D de Orcas no Oceano Índico

26 de dezembro de 2014







sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Um excelente ano novo com um novo bebê no Pod J

Para começar o ano com energias positivas, uma feliz notícia sobre a população de Orcas Residentes do Sul. Depois da tristeza da morte de Rhapsody com um bebê ainda no ventre no mês passado, pesquisadores da região (Noroeste do Oceano Pacífico) divulgaram no começo da semana a informação de que, inesperadamente, nasceu um filhote no Pod J. Ele foi fotografado com sua mãe J16, também conhecida como Slick, provavelmente com dois ou três dias de vida (“rugas” no dorso do filhote, logo atrás do espiráculo, indicavam que se tratava de um recém-nascido) em plena forma e saúde. O que também surpreendeu a todos é que Slick já tem 43 anos de idade, idade considerada não mais reprodutiva para uma Orca. Portanto, está sendo considerada a Orca mais velha a ter tido um filhote até hoje.
O filhote recebeu a denominação J50 e é uma adição formidável e extremamente valiosa para o Pod J e para as Residentes do Sul que já estão no grupo de espécies ameaçadas de extinção devido a falta de seu principal alimento, a espécie de salmão Chinook, a poluição, o excesso de embarcações na região, entre outros fatores naturais e humanos.


Aproveito esta boa notícia e uma das primeiras imagens obtidas de J50 para desejar a todos um excelente 2015, com muito amor, saúde e paz a todos!
Que neste novo ano nossas amadas Orcas possam prosperar belas e saudáveis em todos os oceanos do nosso lindo Planeta!






terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Tipo raro de Orcas é visto

Boa notícia neste fim de ano! O Sea Shepherd divulgou neste domingo que a tripulação do "MV Bob Baker" teve um encontro com um pod de Orcas extremamente raro (e brincalhão, como chamado por eles) na Antártica. Tendo sido identificada pela primeira vez em 1955 após um encalhe na Nova Zelândia, este tipo de Orca conhecido como “Tipo D”, passou 50 anos sem ter sido avistado novamente. Até hoje apenas alguns encontros foram registrados.
O pod que tinha cerca de 12 Orcas, incluindo um filhote e um macho adulto, nadou com o Bob Baker por quase uma Orca, "surfando" ondas de seis metros.


Este momento especial é um excelente lembrete sobre a delicada beleza da Antártica e por que é tão importante continuar defendendo e protegendo estaque é a última área intocada do planeta. 
As fotos foram divulgadas pela página do Sea Shepherd no Facebook e foram tiradas por Erwin Vermeulen.



P.S.: O Sea Shepherd Conservation Society (SSCS) é uma organização sem fins lucrativos, focada na conservação de seres marinhos.




segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Relatório preliminar aponta desnutrição de J32 (Rhapsody)

Um relatório preliminar sobre a necrópsia da Orca Rhapsody alegou que ela estava desnutrida. Este que foi elaborado pelo Center for Whale Research, mas não se trata de um relatório oficial, detalha que a camada de gordura da baleia estava muito fina e seca de óleo, o que indica mau nutrição.
O autor do relatório, líder do Centro e pesquisador especialista nas Orcas Residentes do Sul, Ken Balcomb, disse que está tendo muita falta de salmão, que é o alimento que consomem na região. "Nós temos que recuperar a fonte de alimentos dessas Orcas urgentemente para termos alguma chance de evitar que elas sejam extintas. O momento crítico para esta recuperação talvez já tenha até passado. Espero que não, mas vai passar logo se não tomarmos medidas imediatas". Ken Balcomb disse que a Orca de 18 anos de idade morreu tentando dar a luz o filhote que já estava morto e provavelmente se desintegrando dentro dela.


As duas mortes entram na desanimadora estatística desta querida população de Orcas que infelizmente já entrou na lista de animais ameaçados há nove anos.
"Há apenas pouco mais de dez Orcas fêmeas reprodutivamente viáveis nesta população além de poucos machos para fazerem a corte nos próximos anos", disse ele.
Restam apenas 77 animais neste grupo.



P.S.: Ainda estou aguardando a divulgação do relatório oficial da necrópsia. Publico aqui no blog caso ele traga informação adicionais ou divergentes às do Center for Whale Reasearch.




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Filhote de Kalia nasceu em San Diego

A maioria de vocês já deve ter acompanhado a semana passada a notícia de que o bebê da Orca Kalia nasceu no parque americano SeaWorld de San Diego. Confesso não ter ficado muito animada com esta notícia por isso não publiquei antes. Mas não há como fugir dela.
De acordo com as informação o parque, o filhote nasceu no período certo, mas biólogos desconfiam de que ele nasceu um pouco antes da hora, dado que não aparenta ter acumulado um nível adequado de gordura sob a pele que o prepara para o nascimento. Basta saber se Kalia, ainda tão novinha, saberá como amamentar e cuidar de seu filhote (cujo sexo ainda não foi descoberto).
Acompanhei os comentários das pessoas na página do SeaWorld no Facebook e ainda é assustador ver como as pessoas apoiam a manutenção de Orcas em cativeiro, pois contentes felicitavam o parque. Eu adoraria saber se alguma delas sabe ao menos quão nova Kalia foi inseminada: Pelo menos de quatro a sete anos a menos que Orcas se reproduzem na natureza. Isso é abuso e uma completa e total falta de respeito com o animal. Triste demais!


Em 3 de maio deste ano, o blog já havia publicado a informação da gravidez juntamente à indignação de pesquisadores com o fato de Kalia ser tão jovem (http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/2014/05/kalia-esta-gravida.html) e no final do mesmo mês, mostrou imagens de Kalia tendo que sair da água mesmo grávida (http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/2014/05/kalia-gravida-obrigada-sair-da-agua.html). Há poucas semanas acompanhei em alguns sites de notícias que estavam fazendo com que ela participasse dos shows mesmo a poucas semanas do parto.


P.S. 1: Kalia nasceu em cativeiro no dia 21 de dezembro de 2004, em San Diego. Ela é de 87,5% islandesa e 12,5% residente do sul (Orcas do noroeste do Pacífico, pelo lado de Corky), ou seja, uma mistura de espécies que jamais teria ocorrido naturalmente nos oceanos. Assustador isso, não? 

P.S. 2: O filhote nasceu já sendo obrigado a ouvir gritos e aplausos... Que pena não ser os sons das marés...





segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Morre Rhapsody...

O mês de dezembro começou com uma notícia muito triste. A Orca J32, também conhecida como Rhapsody, pertencente ao pod J, da população de Orcas Residentes do Sul, apareceu morta numa praia próxima à Courtenay, nos EUA, na última quinta-feira. Estima-se que Rhapsody, uma Orca fêmea, de 18 anos, já estava morta há alguns dias, apesar de ter sido vista, filmada e fotografada em plena forma no dia 29 de novembro, o que deixa ainda mais dúvidas sobre o motivo de sua morte.
Uma necrópsia foi realizada no mesmo local por especialistas americanos e canadenses na tentativa de determinar a causa de sua morte. Ainda mais triste que esta notícia para este grupo de Orcas que já está entre as espécies ameaçadas de extinção e cuja população tem decrescido nas últimas décadas, é que, conforme especulado pelo blog em julho deste ano, com sua morte, foi confirmado que ela realmente estava grávida. O bebê já estava quase totalmente formado! (Ele foi levado ainda dentro do útero para ser analisado em laboratório). Ou seja, foi uma perda inestimável para as queridas Residentes do Sul.


Antes da necrópsia, uma cerimônia indígena foi realizada em sua homenagem. Orcas são animais, cujo espírito é muito valorizado e cultuado pela cultura indígena local.


Uma outra ocorrência perturbou os biólogos e amantes de Orcas que estavam presentes, na noite anterior à necrópsia, quatro de seus dentes foram cortados e roubados, sem motivo aparente. O Departamento de Pesca e Oceanos americano já iniciou uma investigação para apurar o responsável pelo roubo.
Neste link, é possível assistir a um vídeo que mostra imagens da necrópsia e os comentários dos especialistas. Além de mostrar Rhapsody esbanjando saúde, saltando da água, poucos dias antes (aos 1:51 do vídeo):

Leia a postagem de 16 de julho deste ano "Seria um novo filhote para o Pod J?" sobre a suposta gravidez de Rhapsody:

Sem palavras para descrever tamanha perda para este grupo lindo que eu já tive a sorte de encontrar diversas vezes...