sábado, 2 de julho de 2011

Vamos Comemorar o 100º Aniversário de “Granny”

Hoje, dia 02 de julho de 2011, estamos comemorando o aniversário de 100 anos de J-2, mais conhecida como "Granny" (vovó, em inglês)! Granny é uma Orca fêmea do Pod J, residente nas águas do noroeste do pacífico.
De acordo com o estudo "Orca Survey" desenvolvido pelo "Center for Whale Research" (Centro de Pesquisas de Baleia) em 1976, foi definido, com base na sua aparência, que Granny teria nascido em 1911. Claro que ninguém sabe exatamente a data de seu nascimento, mas provavelmente ela é a Orca mais velha dentro de todos os pods da região (J, K e L).
Essa comemoração também marca 100 anos de interação entre Orcas e humanos no ecossistema conhecido como "Salish Sea" (área formada pelos canais em torno do sul da Ilha de Vancouver e Puget Sound entre o Canadá e os Estados Unidos).

O Center for Whale Research e o Orca Network (uma organização sem fins lucrativos que busca o crescimento da consciência sobre baleias do noroeste do Pacífico e da importância de provermos a elas um habitat seguro e saudável), convidaram a população para uma comemoração no Parque Estadual Lime Kiln. Pediram ainda que as pessoas fizessem chapéus com barbatanas em homenagem à Granny e trouxessem lanches para fazerem piqueniques… Terá música, um centro de atividades para crianças (que será comandado pelo "Killer Whale Tales" (Contos sobre baleias Orca), que é um programa de educação ambiental desenvolvido por Jeff Hogan, que se utiliza de contos baseados na ciência para inspirar crianças a defenderem as Orcas e seu hábitat) e ainda uma conversa com Ken Balcomb, Diretor do Centor for Whale Research, maior autoridade da região neste assunto. Muito divertido!… (Pena que muito longe do Brasil, senão eu certamente estaria por lá).


O site do Orca Network diz:
"Convidamos a todos que venham ao Parque Estadual de Lime Kiln para comemorar o século de vida estimado de J2 e para saber mais sobre os obstáculos que ela, bem como todas as Orcas residentes do sul, estão enfrentando na sua luta por sobrevivência num mundo de transformações"
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Vamos celebrar a vida das Orcas Selvagens que vivem livres nos Oceanos!



quarta-feira, 29 de junho de 2011

As Baleias e a Poluição nos Oceanos

No mês passado postei informações sobre quão nociva a poluição nos oceanos tem sido para a saúde do planeta e dos animais marinhos. Naquele momento trouxe a história de uma baleia de bico Cuvier encontrada morta numa praia do Reino Unido com a barriga cheia de plásticos.
Fazendo algumas pesquisas na semana passada, infelizmente, encontrei outro caso para ilustrar o problema da poluição e gostaria de compartilhá-lo.


Em abril de 2010 uma Baleia Cinzenta (Eschrichtius robustus) apareceu morta numa praia de Seattle nos EUA. Pesquisadores decidiram aproveitar os ossos do animal para pesquisa e exposição. Inclusive, fizeram um trabalho muito interessante e “ecologicamente” correto para a obtenção dos ossos. No entanto, durante esse trabalho acabaram descobrindo itens inimagináveis no estômago do animal. Tais como: pedaços de calças de ginástica, toalhas, fita adesiva, sacos plásticos, uma luva cirúrgica e até uma bola de golf.
Essa informação chegou a virar notícia nos telejornais americanos:


O mais curioso é que baleias como a Cinzenta, mesmo sendo imensas (alcançando 15 metros de comprimento e pesando cerca de 35 toneladas), alimentam-se de pequenos crustáceos, krill, plânctons e moluscos. Sua garganta é estreita e ao nadar sugam a água para que esses alimentos fiquem presos nas barbatanas bucais e possam ser engolidos. E, ao contrário de outros cetáceos, a Baleia Cinzenta se alimenta no fundo do mar, agitando a água para que os alimentos levantem e ela possa “filtrá-los”. No mínimo, esses nocivos objetos estavam por lá.


Fica o meu apelo: Por favor, muito cuidado na hora de descartar o lixo! E encaminhe o máximo possível para a reciclagem. Mesmo que na sua cidade não tenha coleta seletiva, separe o lixo orgânico e o inorgânico (latas, plásticos, vidro, papel, alumínio, etc.) e descarte-os em sacos diferentes.

O planeta e esses animais tão especiais não podem continuar sofrendo as consequências dos nossos atos!





terça-feira, 7 de junho de 2011

Orcas em Cativeiro: Video de Quando e Como tudo começou

Apesar da postagem do dia 24 de abril de 2011 "Orcas em Cativeiro: Quando e Onde Tudo Começou" ser considerado por mim uma das mais interessantes do blog, foi uma das que teve o menor número de acessos.
Talvez, apenas em palavras, eu não tenha conseguido representar a importância e o impacto que esse momento teve na história da humanidade e do relacionamento com animais tão especiais e assombrosamente inteligentes como as Orcas.
Pensando nisso, resolvi postar um vídeo (que tive acesso há pouco tempo) que mostra como foram os trabalhos de captura das primeiras Orcas décadas atrás. Lembrando que, mesmo os grandes e "respeitados" parques marinhos de hoje iniciaram seus trabalhos exatamente dessa forma. Esse vídeo  "descoberto" em 2009, não possui "palavras"... São apenas imagens...
Talvez, elas falem por si só...
E, quem sabe, elas transmitam a exata intensidade e importância desse momento (de uma forma que eu não tenha conseguido em palavras).







quarta-feira, 1 de junho de 2011

Orcas Surfistas!

Em novembro passado, um grupo de turistas e surfistas foi surpreendido por nada mais nada menos do que Orcas “pegando ondas” na praia de Sandy Bay na Nova Zelândia!
Mesmo nenhum ataque de Orcas a seres humanos jamais ter sido registrado, a maior parte dos surfistas e turistas não se arriscou e saiu logo da água, enquanto alguns tentaram chegar ainda mais perto.

Diferentemente de outras regiões, as Orcas da Nova Zelândia até são vistas com alguma frequência, mas raramente há alguém preparado com câmeras para registrar o momento.
Surfistas em todo o mundo já relataram experiências similares com golfinhos, mas é possível que somente na Nova Zelândia isso tenha ocorrido com Orcas.
Para Michael Cunningham, que registrou as imagens, elas sabiam exatamente o que estavam fazendo, como se já tivessem feito outras vezes. Segundo os relatos, eram várias Orcas, inclusive um filhote, que também “entrou na onda”.
Ingrid Visser, fundadora do Orca Research Trust e grande autoridade no assunto (muito admirada por mim, por sinal), diz não conhecer outros lugares no mundo em que elas se comportem dessa forma e que as raras imagens que Michael registrou poderão ajudar em pesquisas.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Plástico e a Poluição nos Oceanos

O post de hoje não trata especificamente sobre Orcas, mas de um assunto que afeta a nós e a elas diretamente (a diferença é que nós o causamos e elas sofrem com o resultado...).
Todos sabemos que os sacos plásticos que utilizamos no dia-a-dia são fonte de grande preocupação por parte dos ambientalistas e daqueles que se importam com a saúde do Planeta. O plástico demora milhares de anos para se decompor e além da terra, está, principalmente, poluindo os mares e oceanos de todo o mundo.
A foto ao lado é de um tipo de baleia chamada Baleia-de-bico de Cuvier (Ziphius cavirostris) encontrada morta numa praia britânica...
Motivo da morte?
Sacos plásticos!!!

As baleias de bico Cuvier são muito discretas e dificilmente avistadas por viverem longe da costa e em águas mais profundas. Elas podem alcançar 9 metros de comprimento, costumam mergulhar até quase 2 quilômetros de profundidade, segurando a respiração por até impressionantes 85 minutos. Possuem sonares para localizar moluscos, que são seu principal alimento. Tudo indica que elas têm confundido sacos plásticos com alimento...
Na necropsia realizada na baleia, descobriram diferentes tipos de sacos plásticos obstruindo seu estômago, incluindo os utilizados para transporte de lixo e os mais comuns como as sacolas distribuídas por supermercados e outros estabelecimentos.
De acordo com o cientista Peter Stevick, da HWDT (Hebridean Whale and Dolphin Trust), “Esse animal se alimenta a uma distância entre 160 e 210 quilômetros da costa, senão mais, e ainda assim seu estômago estava cheio de plástico. É um indicador do alcance desse tipo de poluição”.
O lixo plástico nos oceanos mata cerca de 100 mil baleias, golfinhos, focas, tartarugas e outros animais todos os anos. Estima-se que um milhão de aves marinhas também morrem por estrangulamento, asfixia ou inanição após a ingestão de plásticos que flutuam no mar.
É uma vergonha permitir que tais tragédias ocorram apenas pela conveniência de carregar as compras em sacolas quando saímos de qualquer estabelecimento. Especialmente quando já existem alternativas não só econômicas, mas mais confortáveis e resistentes como as sacolas reutilizáveis!
Pense nisso a próxima vez que for ao supermercado, farmácia, padaria...
E se pegá-las for inevitável, atenção para como irá descarta-las!
Se não fosse por isso, era assim que nossa amiguinha de bico Cuvier deveria se parecer:
(imagem rara de uma Bico Cuvier saltando da água... a foto é de Natacha Aguilar de Soto, Universidade de La Laguna (Espanha))

terça-feira, 24 de maio de 2011

Vista do Parque

Imagine estar passeando num parque com vista para o mar e ter a bela surpresa de avistar lindas Orcas nadando próximas à costa. Pois essa foi a agradável surpresa que aqueles que caminhavam pelo Stanley Park na cidade de Vancouver, no Canadá, tiveram na manhã do último dia 11 de maio. Era uma manhã fria e chuvosa, mas com certeza tornou-se inesquecível para quem teve o privilégio de observá-las. Elas estavam saltando e se exibido na superfície.


Não era um pod de Orcas residentes, mas de transients (que são grupos que estão de passagem pela região), passando pelo porto de Burrard. De acordo com Lance Barrett-Lennard, cientista do Aquário de Vancouver, saltos e "splashs" na água fazem parte do comportamento típico após uma bela refeição (existem muitas focas por ali).


Apesar de habitarem e transitarem nessa região, não é comum encontrar Orcas nessa área em particular, por isso a surpresa de todos.
Depois que o jornal local publicou o fato, as sortudas testemunhas postaram na internet comentários como "Uma ótima surpresa para uma caminhada chuvosa".




P.S. 1: No dia anterior, um grupo de golfinhos do Pacífico também foram vistos saltando próximo ao Ambleside Park em West Vancouver.

P.S. 2: As fotos são de David Price para o ctvbc.ca.




domingo, 22 de maio de 2011

As Dez Orcas de Taiji

Conheça a triste história da captura de dez Orcas em Taiji no Japão e saiba o que aconteceu com elas depois desse episódio.
Assista ao vídeo abaixo e leia, se necessário, a transcrição do áudio da narração em português também a seguir:


Fevereiro de 2007
10o Aniversário da Captura de Dez Orcas pelos Pescadores de Taiji

As Orcas são um dos animais marinhos mais magníficos, habitam diversas áreas nos oceanos e causam grande encantamento naqueles que possuem o privilégio de encontra-las. Esses animais possuem o segundo maior cérebro que jamais existiu na Terra. Vivem em unidades familiares e demonstram habilidades comunicativas altamente sofisticadas. Seu comportamento amigável e curioso com relação aos humanos contraria o nome Baleia Assassina e cada vez mais tem sido chamada de Orca. Nos países ocidentais, as Orcas são protegidas por leis que proíbem que sejam agredidas e até perturbadas. Mas no Japão, elas têm sido objeto de uma caça impiedosa. Informações divulgadas pela Agência Japonesa de Pesca revelam que entre 1954 e 1997, quase 1200 foram mortas em águas japonesas e mais 63 foram capturadas para parques marinhos. Esses atos literalmente exterminaram as Orcas das águas ao redor do Japão.
No dia 7 de fevereiro de 1997 um pod constituído por dez Orcas foi avistado na costa e forçado para a Baía Hatajiri, próxima à cidade de Taiji, em Wakayama Prefecture. Todas elas foram mantidas ali por três dias até que fecharam negócio para a venda de cinco delas.
Quando a notícia se espalhou pelo mundo sobre a captura das dez Orcas, que logo foram chamadas de “As dez de Taiji”, houve clamor internacional e faxes e e-mails inundaram o Japão vindo de diversas partes do mundo.
No entanto, a retirada de todas as fêmeas e os filhotes do pod prosseguiu.
Os gritos de desespero da pequena Orca podiam ser ouvidos durante toda aquela provação.
As cinco Orcas foram compradas por 120.000.000 ienes ou, aproximadamente, 1 milhão de dólares americanos. O parque Nanki Shirahama Adventure World comprou uma fêmea e dois machos. O Museu de Baleias do Taiji comprou uma fêmea e Izu Mito Sea Paradise, uma fêmea. As outras cinco foram empurradas para fora da baía e libertadas, porém, como todas as fêmeas foram levadas para cativeiros, acabaram com as perspectivas de vida longa do pod.
Apesar do contínuo clamor internacional para que as Orcas fossem devolvidas ao mar, elas foram mantidas em cativeiro. As duas Orcas levadas para o Nanki Shirahama Adventure World morreram rapidamente. Primeiro o jovem macho e depois a fêmea, que depois descobriram que estava grávida. O que sobreviveu, passa os dias num cercado construído no mar no Museu de Baleias do Taiji separado por uma rede e de onde tem a triste visão de uma outra Orca, que tem sido mantida sozinha por dez anos.

Das Cinco Orcas Retiradas de Taiji em fevereiro de 1997, Somente Uma Sobreviveu.

Para ajudar a salvar as Orcas e os Golfinhos do Japão visite http://www.BlueVoice.org

Produzido por Hardy Jones

Vídeo Cortesia da Fundação Marine Mammal Fund




terça-feira, 17 de maio de 2011

A Morte de uma Orca em Cativeiro


Essa mensagem foi escrita por Jean Michel Cousteau em seu blog e publicada no dia 7 de outubro de 2010 depois de três orcas terem morrido no Sea World de Orlando em menos de 4 meses)



Na década de 1950, as Orcas eram consideradas perigosas e mortais e, por serem tão temidas, eram usadas em práticas de alvo por pessoas nas encostas ou em barcos.
Nos anos de 1960, capturamos a primeira Orca e a aprisionamos num tanque devido ao nosso desejo egoísta de estar perto de uma delas. Por quase dez anos exploramos famílias inteiras de Orcas no noroeste do Pacífico para o entretenimento sem levar em consideração as valiosas sociedades que faziam parte.
Hoje, sabemos que essas baleias vivem em sociedades complexas, demonstram características únicas de uma espécie rica culturalmente, vivem mais de 50 anos e geralmente ficam com suas mães e avós por toda a vida.
Tendo o conhecimento que temos hoje sobre a complexa existência das Orcas, como podemos justificar o confinamento desses animais tão inteligentes em piscinas de concreto? Sempre fico muito triste quando leio notícias como: “Orca morre inadvertidamente no Sea World de Orlando”. Eu me pergunto: mais quantas Orcas terão que suportar o nosso comportamento egoísta de colocá-las em cenários artificiais antes que percebam que basta?
A morte mais recente ocorreu na última segunda-feira quando Kalina, uma fêmea de 25 anos de idade, morreu inesperadamente. Foi a terceira Orca a morrer em cativeiro nos últimos quatro meses.
Kalina (26 de setembro de 1985 a 4 de outubro de 2010) foi a primeira Orca a nascer em cativeiro e sobreviver por mais de alguns dias. A mãe de Kalina, é uma fêmea islandesa chamada Katina e seu pai, Winston (também conhecido como Ramu III), era um Residente do sul do Pacífico, o que fez de Kalina um filhote híbrido Atlântico/Pacífico – uma combinação que não teria ocorrido naturalmente na natureza. Com quatro anos, Kalina foi tirada de sua mãe e passou os próximos cinco anos sendo transferida de um parque do Sea World para outro, passando por todos eles (4 ao todo). Trouxeram-na de volta para sua mãe em Orlando em 1994, um ano depois de dar à luz seu primeiro filhote no Sea World do Texas. Podemos apenas imaginar o stress físico e psicológico que Kalina sofreu quando teve seus laços de família rompidos e durante todas essas transferências.
Eu sempre serei contra a permanência desses animais em cativeiro. Já não temos mais a necessidade de manter aprisionados animais selvagens, imensos, complexos, inteligentes e que possuem a liberdade de se deslocarem em seu habitat.
Vamos sair e apreciar nossos semelhantes no mar e curti-los da forma que são e não da forma que desejamos que sejam.







P.S.: Jean Michel Cousteau é filho de Jacques Cousteau e fundador da “Ocean Futures Society”. Jean continua honrando o legado do pai, dando continuidade ao trabalho pioneiro realizado por ele.





sexta-feira, 13 de maio de 2011

Orcas e a Hostilidade em Cativeiro I

Já não bastasse todas as adversidades que as Orcas vivenciam quando são criadas em cativeiro, nem sempre são amigáveis umas com as outras. O ambiente artificial, que une animais originários de diferentes regiões, hábitos, linguagem (mesmo quando nascidas em cativeiro, são transferidas com frequência, dificultando o estabelecimento de vínculos) faz com que sejam obrigadas a conviver, interagir, comunicar-se, de forma não natural. É comum que agressões ocorram entre elas. O que NÃO É NORMAL NA NATUREZA!
Os parques se defendem alegando que “Ferimentos por expressarem sua dominância social são raros e quase nunca graves” (Fred Jacobs, VP de Comunicação do Sea World). Porém, ele não nega que isso já ocorreu.
Minha intenção é mostrar uma realidade que não é publicada na mídia nacional. Vou começar com a história de Kandu:
De acordo com uma das descrições de um dos casos mais graves, Kandu era uma grande artista, porém temperamental. Não realizavam trabalhos na água com ela porque ela já havia se mostrado agressiva mais de uma vez com os treinadores. Em 1986 ela deu à luz um filhote morto.
Um ano depois trouxeram duas Orcas para viver com ela, um macho chamado Orky II e uma fêmea chamada Corky.
Ela se deu bem com Orky II e em 1988 teve um filhote dele, chamado Orkid. Ela era uma boa mãe, mas era muito protetora, e quando Corky demonstrou interesse por seu bebê, ela não gostou.
Em 21 de agosto de 1989, Kandu estava nadando na piscina de trás enquanto Orkid e Corky se apresentavam num show. De repente, Kandu invadiu com velocidade a piscina de apresentação e bateu com força em Corky com a boca meio aberta.
Corky ficou bem, mas Kandu quebrou a mandíbula e teve uma terrível hemorragia... Ela imediatamente nadou de volta para a piscina de trás onde morreu por perda de sangue. Orkid, seu bebê, estava ao seu lado.
A foto abaixo, muito impressionante, foi tirada quando Kandu nadou para a piscina de trás...


A imagem é forte e deixa claro que os parques não são transparentes com o que realmente ocorre. E, provavelmente, o caso só se tornou público, pois havia uma plateia assistindo.

Nem posso imaginar, a dor que estava sentindo nesse momento...




segunda-feira, 9 de maio de 2011

V Pod Orcas no Twitter

Queridos seguidores do blog V Pod Orcas,
Agora estamos no Twitter!

Lá, os posts são quase que diários, com informações e notícias curtinhas sobre as Orcas. Sempre que tiver novos posts do Blog, avisarei por lá também.

Para quem quiser seguir o Blog via Twitter, a página é http://twitter.com/#!/VPodOrcas

A linda imagem de identificação é a mesma!


P.S.: Falando na "LINDA imagem" que uso para identificação do Blog... É a foto de um quadro de autoria da minha irmã Verinha! Um lindo presente que ganhei há dez anos! Lindo, não?