quinta-feira, 14 de junho de 2018

Orcas serão capturadas na Rússia novamente!

Comecei a semana com boas notícias vindo da Rússia,
mas infelizmente não vou terminar...
Apesar de já ter tido conhecimento da notícia abaixo,
preferi privilegiar a bela notícia da Orca Branca,
mas agora não tenho como evitar...


A Rússia divulgou sua cota de capturas para este ano, como infelizmente tem virado costume no verão do hemisfério norte. Dessa vez serão 13 delas!
Houve forte objeção por parte de cientistas russos e de outros países, mas isso foi completamente ignorado.
De 2012 para cá, pelo menos 20 Orcas foram capturadas do Mar de Okhotsk para exibição em aquários pelo mundo e as perspectivas para as populações locais. Mais de uma audiência ocorreu em Vladivostok para discutir a cota, mas mesmo pesquisadores terem apresentado dados importantes e afirmado que não há dados científicos para estabelecer uma cota "segura", não foram relevantes para a decisão. A cota de belugas é ainda mais assustadora, nada menos que 400 animais!!! Como já vimos com o caso das famosas "10 de Taiji", capturas assim podem ser determinantes para dizimar populações.


A única maneira de acabar com isso é conscientizando as pessoas sobre o mal que há em cativeiros para que os parques não prosperem pelo mundo e não representem tanto lucro, por isso, continuemos nosso trabalho, com fé de que tudo isso, um dia, deixará de existir.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Orca fêmea branca é vista na Rússia

E nesta semana em que os olhos do mundo se voltam para a Rússia, vejam quem também resolveu apareceu por lá e virou notícia: uma Orca fêmea Branca!
O encontro ocorreu com a equipe do Far East Russia Orca Project (FEROP), Projeto que estuda e monitora Orcas na Rússia, em seu primeiro dia de trabalho de campo nas Ilhas Comandantes, pequeno arquipélago situado 175 km a leste da península russa de Kamtchatka. A Orca branca se deslocava com um dos vários pods que avistaram ontem. Desta vez, não é o famoso Iceberg, mas a fêmea identificada por CO210 (e mostrada aqui no blog pela primeira vez), também conhecida como “Mama Tanya”, em homenagem à principal pesquisadora do FEROP, Tatiana Ivkovich, que também é bem clara.
Esta Orca foi observada pela primeira vez em 2009 e re-avistada várias vezes em 2010, mas estava desaparecida há muito tempo. Foi uma grande alegria para a equipe observá-la novamente!
Abaixo, o registro efetuado pela equipe e compartilhado pelo Projeto em sua página no Instagram:




P.S.: Há mais sobre outras Orcas brancas aqui no blog! Pesquise no campo ao lado para saber mais!




segunda-feira, 4 de junho de 2018

Orcas em Gorontalo, na Indonésia


Em março do ano passado postei aqui no blog que Orcas tinham sido observadas nas águas da Indonésia e que lá, na língua local, são chamadas de “paupausu”. Este ano, elas estão aparecendo mais uma vez. Já é quarta vez que registram a visita nos últimos dois meses na região de Gorontalo. Turistas que transitam em barcos de pescadores e passeio também tiveram a sorte de observá-las. São sempre pods pequenos de três e quatro membros, mas o suficiente para agradar a todos.



Na postagem do ano passado inclui um vídeo muito interessante de uma Orca sendo salva por pescadores da região. Eles chegam a “montar” na Orca para conseguir soltá-la de uma rede de pesca. O método é, no mínimo "rústico", mas eficiente para libertá-la, que é o que realmente importa. Revisite a postagem e assista ao resgate no link: 




domingo, 3 de junho de 2018

Orca salva por equipe de resgate dá um show de agradecimento

Uma equipe de resgate salvou uma Orca Transeunte que estava enroscada em cordas de pesca na costa da Ilha Salt Spring, na Colúmbia Britânica, no Canadá nesta última quita-feira.
Foi o casal Keith Simpson e Suzanne Ambers que avistou a Orca em apuros. Eles haviam saído de barco para pescar e logo que a viram perceberam que tinha algo errado, pois ela parecia aflita e só nadava em torno de uma boia (utilizada para colocação de armadilhas de pesca comercial na região) ao invés de seguir por qualquer direção. Eles então entraram em contato com serviço de emergência que encaminhou a equipe do Departamento de Pesca e Oceanos. Segundo a Suzanne, como eles levariam um tempo a chegar, ficavam ligando de dez em dez minutos para o casal para verificar como estava as condições de saúde da Orca. Apesar de ter demorado quase duas horas a equipe se apressou e estava muito preocupada já que Orcas possuem pouca resistência física para este tipo de situação como as baleias grandes que conseguem aguentar por muito tempo. Foi pedido ao casal que permanecesse no local observando a Orca e impedindo que mais pessoas se aproximassem.
O resgate em si não foi complexo, pois assim que conseguiram (com equipamentos específicos) exercer certa pressão na boia, a Orca conseguiu girar e se soltar das cordas (que estavam presas à sua cauda). E foi aí o grande momento, pois antes de seguir viagem, a Orca deu um grande salto “de liberdade” visivelmente de agradecimento. "Foi o nosso “momento Free Willy”", disse Suzanne em entrevista a um canal de TV canadense.
A Orca em questão, um macho Transeunte identificado por T0778, é acompanhado há quatro anos e já demonstrou certa tendência a esse tipo de comportamento. “Já recebemos várias ligações de pessoas avisando que ele estava mexendo com flutuadores e embarcações”, contou Paul Cottrell, líder da equipe de salvamento, “era só uma questão de tempo para ele se enroscar dessa forma”.
No vídeo abaixo do canal de televisão local é possível assistir a todo salvamento e ao lindo salto de agradecimento:







sábado, 2 de junho de 2018

Japoneses matam 122 baleias grávidas em 'missão de pesquisa'

Um relatório enviado à IWC, comissão internacional que regula a caça de baleias, revela que os baleeiros mataram um total de 333 animais entre novembro de 2017 e março de 2018, período em que o grupo esteve no Polo Sul.
O Japão alega que seu projeto de captura de baleias tem "objetivos científicos", apesar de a carne dos animais ser vendida para a alimentação.
Uma decisão da Organização das Nações Unidas de 2014 condenou o que chamou de "pesquisa letal".
Em um novo "plano de pesquisa" publicado após a decisão da ONU, o país disse que é uma "necessidade científica" entender mais o ecossistema antártico por meio da coleta e da análise de animais.
Os caçadores atuam no que o país asiático chama de "Programa de Pesquisa de Baleias no Oceano Antático". A morte dos 333 animais foi durante a terceira investida do projeto na região, o que eles chamam de "pesquisa de campo biológica".
O Japão diminuiu a quantidade de captura em dois terços com o programa e assumiu o compromisso de abater cerca de 330 baleias por ano.
Os dados do relatório enviado pelos caçadores apontam que, na caçada de 2017/2018, 122 fêmeas estavam grávidas e que 61 machos e 53 fêmeas ainda eram filhotes.

Por que o Japão caça baleias?
Pelo Artigo 8º da IWC, assinada em 1946, países podem "matar, capturar e processar baleias para pesquisa científica" – e é essa a regra que o Japão diz seguir em suas caçadas.
Além das alegações de pesquisas, o governo japonês afirma que a caça à baleia é uma antiga tradição cultural do país.
Comunidadeiras costerias em Chiba e Ishinomaki praticam a caça na costa há anos, e os distritos de Taiji e Wakayama têm caças a golfinho anuais.
As expedições japonesa de pesca na Antártida só começaram depois da Segunda Guerra Mundial, quando o país devastado dependia das baleias como principal fonte de carne.
Hoje em dia, embora a carne de baleia ainda seja vendida, está se tornando cada vez mais impopular, com um número bem menor de estabelecimentos que vendem esse tipo de alimento.

Quem mais caça baleias?
A IWC declarou uma suspensão da caça comercial de baleias em 1985, mas há muitos países que não seguem a regra.
Números da ONG WDC (Conservação de Baleias e Golfinhos) mostram que diversos países além do Japão ainda caçam baleias para o consumo da carne, entre eles a Noruega e a Islândia.
A Noruega rejeitou o acordo de suspensão da comissão e a Islândia aceitou em partes.
A Groelândia, a Rússia e o Estados Unidos também promovem o que chamam de "caça à baleia de subsistência aborígene" para comunidades costeiras.
Mas o Japão é o único país que envia navios para a Antártida para capturar os animais, com a justificativa de que se trataria de pesquisa científica.

A caça está extinguindo as baleias da Antártida?
O Japão diz que está conduzindo sua pesquisa para mostrar que a população de baleias da Antártida é saudável e pode ser pescada de maneira sustentável.
A União Internacional para a Conservação da Natureza diz que não há informações suficientes para determinar se as baleias-mink austrais estão ameaçadas ou não.
Embora o número de animais da espécie seja claramente de "centenas de milhares", a entidade está investigando uma possível queda nos últimos 50 anos.
Dependendo de quão significativa for a queda, a espécie pode vir a ser classificada como ameaçada.


Fonte: BBC Brasil de 30 de maio de 2018.



terça-feira, 29 de maio de 2018

Estudo controverso alega que golfinhos são "felizes" em cativeiro

Li com certa surpresa a seguinte reportagem no site de notícias britânico Daily OnLine hoje pela manhã, "A “felicidade” dos golfinhos é medida pela primeira vez: Estudo revela que os mamíferos marinhos ficam ainda mais satisfeitos quando interagem com humanos", e nem preciso registrar que de imediato questionei o método de avaliação utilizado, bem como os parâmetros adotados e obviamente os resultados. Tentei entrar em contato com a Neurocientista e Especialista em comportamento e inteligência animal Lori Marino (já citada no blog algumas vezes), mas nem foi necessário, pois sua opinião já estava em sua página no Facebook. Portanto, dado seu conhecimento e experiência, prefiro aqui deixar os comentários dela com sua conclusão sobre os equívocos deste estudo, já que mais que conferem o posicionamento do blog.

Abaixo, segue a notícia traduzida e a opinião da Especialista:

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A “felicidade” dos golfinhos é medida pela primeira vez: Estudo revela que os mamíferos marinhos ficam ainda mais satisfeitos quando interagem com humanos

Pesquisadores franceses queriam descobrir como a vida em cativeiro era "do ponto de vista dos animais" e os resultados de seus estudos sugerem que os golfinhos nascidos em cativeiro são "muito mais felizes" quando estão em um tanque, particularmente quando estão interagindo com humanos. O estudo, no entanto, revelou-se controverso entre aqueles que acreditam golfinhos devem viver somente na natureza.
O estudo, publicado na revista Applied Animal Behavior Science, foi liderado pela Dra. Clegg, da Universidade de Paris. Ela observou o comportamento de golfinhos por três anos no Parc Astérix, parque temático com um dos maiores delfinários da França, e tentou entender melhor seus sentimentos observando a postura dos animais. "Queríamos descobrir que atividades em cativeiro eles mais gostavam", disse ela à BBC.
A Dra. Clegg testou três atividades: um treinador vindo e brincando com golfinhos, ele colocando brinquedos no tanque e ele apenas deixando brinquedos para eles brincarem sozinhos. "Descobrimos algo realmente interessante: todos os golfinhos ficam ansiosos para interagir com pessoas conhecidas", disse Clegg. Os animais mostraram isso por meio de um movimento conhecido como 'spyhopping', que é quando eles olham acima da superfície na direção da qual os treinadores geralmente chegam. Os golfinhos também ficavam mais agitados e nadavam mais próximo à da borda do tanque.


"Acho que os golfinhos selvagens são mais felizes na natureza, e os nascidos em cativeiro são muito mais felizes em cativeiro", disse Birgitta Mercera, Diretora do Parc Astérix.
Susanne Schultz, da Universidade de Manchester, que estudou o comportamento social de mamíferos marinhos selvagens, disse à BBC que o estudo não pode revelar "se um golfinho em cativeiro é mais feliz do que seria se estivesse na natureza".
A RSPCA defende essa visão: "Estudos mostraram que os golfinhos em cativeiro podem sofrer estresse, resultando em perda de apetite, úlceras e aumento da suscetibilidade a doenças devido a mudanças em seu agrupamento social, competição por recursos e estruturas sociais instáveis".
“O agrupamento social tem sido reconhecido como uma das questões mais importantes que afetam a saúde e o bem-estar dos cetáceos de cativeiro.
Embora em muitos casos se esforcem para imitar no cativeiro a natureza dos agrupamentos sociais, é impossível prever as diferentes e complexas interações que ocorrem no oceano devido ao número de indivíduos mantidos em tanques e às restrições do ambiente físico."



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Opinião Lori Marino:

Este artigo não trata da "felicidade" dos golfinhos, pois descreve simplesmente mudanças no comportamento antecipatório sob algumas circunstâncias diferentes encontradas em cativeiro.
Os autores descobriram que os golfinhos ficam ansiosos antes de receberem brinquedos ou antes de sessões interativas com um treinador e concluem que “interações humanas mesmo quando não são alimentados têm um papel importante na vida desses animais”. Mas o que eles realmente mostraram é que dentro dos limites muito restritos de um cativeiro, os golfinhos podem achar gratificante brincar com brinquedos e treinadores. Os resultados não dizem nada sobre se os golfinhos prefeririam essas condições se tivessem uma escolha entre o cativeiro e viver uma vida natural na natureza.





quarta-feira, 23 de maio de 2018

Amantes das baleias encontram um paraíso em Boston

A uma hora em barco de Boston, os amantes das baleias podem ver claramente estes grandes mamíferos em uma vasta zona de bancos de areia.
A reserva marítima nacional americana de Stellwagen é um dos melhores lugares do mundo para observar os famosos cetáceos, principalmente as baleias-jubarte, mas também as baleias-comuns, as baleias-de-minke e as baleias-sei.
As baleias-jubarte são as mais populares, reconhecíveis por suas caudas que lhes fornecem uma propulsão espetacular e lhes renderam também o apelido de “baleias acrobatas”.
Nesta temporada pode-se ver estes mamíferos de uma dúzia de metros de comprimento, dos quais há entre 1.500 e 2.000 indivíduos no Atlântico Norte, caçando enguias em grupo.


Duas ou três baleias-jubarte trabalham juntas, cercando um cardume de enguias, enquanto uma delas mergulha até o fundo para soprar bolhas.
As enguias ficam com medo e cerram fileiras, e outra baleia aproveita para abocanhar estes pequenos peixes.
As enguias que escapam são capturadas por gaivotas, que se empoleiram em cima das baleias, prontas para emboscar.
Também há baleias-sei, mais compridas e finas que as jubarte, mas não menos espetaculares.
Cerca de 30 exemplares desta espécie ameaçada foram vistos em abril, uma concentração muito rara perto das costas, indicou Tony LaCasse, porta-voz do aquário de Nova Inglaterra.
Normalmente, vemos dez ou mais nesta temporada, onde os copépodes – crustáceos que abundam no plâncton marinho de que se alimentam – se encontram em grande concentração nas águas de Cape Cod.
Só os sortudos poderão ver a baleia-franca, que pode pesar até 70 toneladas: uma espécie quase exterminada pela caça de baleias no início do século XX, da que restam apenas 430 indivíduos no Atlântico Norte, segundo LaCasse.



Fonte: Isto É de 18 de maio de 2018.



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Orcas aparecem "na cidade dos Goonies"

Orcas foram vistas no estuário do rio Colúmbia, na cidade de Astoria, em Oregon, nos EUA, pela primeira vez semana passada, de acordo com funcionários da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) dos Estados Unidos.
O Biólogo da NOAA, Brad Hanson, disse que "várias pessoas" têm visto Orcas por ali ultimamente. Não é comum entrarem no estuário, pois normalmente ficam no porto, mas acreditam que isso esteja ocorrendo devido a um aumento nesta população de Orcas, as Transeuntes. Estas, que se alimentam de focas e leões marinhos, podem estar explorando novas áreas para caça.
A população local está entusiasmada com os avistamentos até porque esperam que elas auxiliem no controle da quantidade de leões-marinhos que é grande dentro do estuário e que, por sua vez, estão acabando com o salmão e outros peixes na região. "Eu gostaria que houvesse muito mais Orcas", disse Duffy Duncan, morador de Astoria. "Pois há pelo menos três mil leões-marinhos à leste da baía".



Existem aproximadamente 350 Orcas Transeuntes na costa oeste norte americana, de acordo com a rede de notícias Koin 6 News.
Para quem se lembra do filme que marcou geração na década de 1980, Astoria é a cidade em que o filme “Goonies” foi gravado. Hoje recebe visitantes do mundo todo atrás de uma visita à famosa casa cenário do filme e aos demais locais de gravação. Com as Orcas aparecendo cada vez mais, há ainda mais este motivo para visitar o local, não?



domingo, 13 de maio de 2018

Mãe Leoa ou Mãe Orca?

Ao contrário de outras espécies do Reino Animal, as Orcas fêmeas são dominantes em sua estrutura social. Elas lideram os pods com maestria e inteligência nos deslocamentos, na caça, na orientação e na proteção de todos os membros. Elas conseguem manter uma forte coesão e uma excelente comunicação, o que é tão essencial para todo o grupo. A prosperidade de um pod está diretamente ligada à liderança das incríveis matriarcas!
Os filhotes são disciplinados de forma enérgica e até são “repreendidos” quando se comportam de maneira inadequada. Elas batem a cauda na água, fazem movimentos fortes com a cabeça, emitem vocalizações incomuns com os dentes e fazem outros movimentos corporais intimidantes para demonstrar sua insatisfação quando necessário. Tudo para ensinar, proteger e prover o melhor que podem para seus filhotes. E dentre todas as relações entre os membros de um pod nenhuma é tão forte quando a de mãe e filho! Alguns deles, muitas vezes, jamais as deixam, mesmo que se afastem por alguns períodos para reprodução, acabam retornando. É pura união e amor!



Um Feliz Dia das Mães para muitas que, como eu, são verdadeiras Orcas quando se trata da imensa dedicação, amor e proteção de seus filhos!
Que Deus as abençoe sempre com muita força, luz e coragem nesta que, sem dúvida, é a tarefa mais sagrada, maravilhosa e intensa que viemos a Terra desenvolver!




sábado, 12 de maio de 2018

Bebê de Orca Transeunte é observado nos EUA

Filhote de poucos dias de vida é visto nas águas do noroeste do Pacífico!

Um grupo que fazia observação de baleias foi quem viu o bebê há poucos dias no Hood Canal, no estado de Washington, nos EUA. O pod de Orcas Transeuntes identificado como T65As contava com seis membros e era liderado pela matriarca que, desde 1986, já teve cinco filhotes. O bebê pareceu muito disposto e saudável.
Lembrando que essa subespécie de Orcas se alimenta de focas e leões marinhos e não de salmões como as Residentes do Norte e do Sul.
O pessoal que estava no barco de observação também contou que algumas das Orcas mais jovens pareciam liderar a caça.
Abaixo um lindo registro do bebê que aparenta plena força e forma:

Imagem de Bart Rulon (Puget Sound Express)